terça-feira, 19 de julho de 2011

SaveLocal: inovação real no processo de compras sociais

Savelocal é a primeira plataforma de localização baseada em ofertas mobile do Brasil. É um modelo novo e inovador que oferece gratuitamente ofertas exclusivas dos comerciantes locais no momento do check-in.
Estamos focados no comércio local. Embora existam muitas histórias de sucesso neste mercado como Groupon e Peixe Urbano, sentimos que eles não atendem plenamente às necessidades dos comerciantes locais e os desejos dos consumidores. Depois de conversarmos com os comerciantes, a acusação mais consistente foi o regime de preços estipulados pelos fornecedores de ofertas locais. Eles simplesmente cobram excessivamente para enviar novos clientes (até 50 por cento das vendas) e ainda assim após a promoção não há garantia de clientes assíduos.
Além disso, os consumidores se queixaram da incapacidade do uso imediato e também por diversas vezes se decepcionam quando vão usar a oferta e o estabelecimento não esta dentro de suas expectativas. Nós resolvemos essas duas principais questões e mais com a nossa solução mobile.
Savelocal combina o recurso da compra em grupo, com o alerta de localização através do check-in. Os usuários Savelocal tem gratuitamente ofertas em seus telefones/dispositivos móveis e os comerciantes só pagam o que mais importa – novos clientes realmente fazendo compras em suas lojas. Através do sistema de geolocalização os usuários indentificam as ofertas mais próximas via GPS em tempo real e fazem check in para aproveitar. E para as ofertas que mais gostou o usuário SaveLocal tem retornos vips com descontos exclusivos.


Falando Startup: Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000

Falando Startup: Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000: "Em janeiro de 2005 comecei uma empresa que na época se chamava Samba Mobile e em 2008, depois de recebermos investimento de fundos de ventu..."

Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000

Em janeiro de 2005 comecei uma empresa que na época se chamava Samba Mobile e em 2008, depois de recebermos investimento de fundos de venture capital, nos transformamos na SambaTech, empresa líder na distribuição de vídeos na América Latina.
Lembro-me que quando ainda era estudante e tive a ideia de começar a empresa, o que atrasou o projeto foi a necessidade de capital. Na época, por sorte, consegui 100 mil reais de investimento para iniciar a operação do negócio, mas hoje, depois da experiência de montar uma startup no Brasil e ter ajudado várias outras a nascerem depois disso, percebi que não é preciso tanto dinheiro para montar um negócio de qualidade internacional na internet. Por isso resolvi compartilhar com vocês a experiência que tive com um recente projeto.
Numa certa manhã de Maio conversando com minha mulher tivemos a idéia de montar um site para o público Geek. O site se chamaria MyGeekDay.com e venderia um produto raro por dia. Apenas um.
Fizemos um desenho do modelo de negócios do site e do escopo de como ele funcionaria. No dia seguinte, comprei uma licença do Balsamiq Mockups por US79 e comecei a desenhá-lo, junto com minha esposa. Depois do conceito, modelo de negócios e um protótipo prontos, foi a hora de criar a logomarca. Para isso, postei a idéia no site australiano 99designs.com. Depois de escolher entre mais de 80 logomarcas enviadas por designers do mundo todo, paguei os devidos US299 dólares pelo serviço. Uma maravilha. Registrei o Domínio do site usando o Godaddy.com e não gastei mais do que US10 e alguns minutos.
A hospedagem também é bem em conta, com um pacote mensal de US$10.
Seguindo o molde lean startup, resolvi criar uma landing page, uma página de cadastro de clientes interessados no seu serviço ou produto.
Criei um template da página no unbounce.com com US$ 25 por mês e consegui em algumas semanas mais de 600 cadastros. Ao mesmo tempo também criei uma conta no Facebook e Twitter para divulgação.
O mockup do site foi enviado para uma empresa indiana, chamada Contus.in. Paguei US$ 1500 para que eles fizessem todo o layout do site baseado na logomarca e identidade visual, programação e integrações com magento para a venda dos produtos, além de Facebook e Twitter para cadastro de usuários.
Em pouco mais de um mês consegui colocar o site do ar. Um recorde que só consegui alcançar graças aos mais diversos serviços disponíveis na internet. A experiência de ter colocado um site legal pra rodar em tão pouco tempo mostrou que é possível fazer projetos diferentes na internet sem gastar muito dinheiro! E você está esperando o que para tirar sua ideia do papel?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

ETAPAS PARA DIVULGAR NO SISTEMA DE COMPRA COLETIVA

Escolher os produtos mais promissores para promoção

Para maximizar o retorno da oferta procure anunciar produtos que possa ser vendidos com um desconto expressivo, mas sem prejuízo para a empresa. Isso é mais fácil de fazer com serviços do que bens físicos. Além disso produtos de consumo geral tendem a ser mais sucedidos que produtos de nicho, tendo em vista o grande volume de audiência. A disponibilidade de produtos complementares àquele que está em promoção também é um fator que aumenta o retorno da campanha.

Contratar site de compra coletiva  

Acesse alguns dos sites que aparecem na lista acima e peça um orçamento. Procure contatar e orçar com pelo menos três empresas de diferentes portes e avalie as propostas. O valor cobrado pelas empresas geralmente varia de 30% a 50% do valor do bem e ainda não se estabilizou em um patamar de mercado.    

Definir os parâmetros da campanha de compra coletiva

Isso deve ser feito com a ajuda da empresa que tem experiência na realização das ofertas bem sucedidas.

Preparar-se para atender a demanda mantendo o padrão

Não é porque o produto foi vendido a um preço menor que o a qualidade do produto ou atendimento possam ser alteradas. O consumidor on-line não deixará de ser exigente só porque comprou com desconto. Além disso, os compradores decorrentes da promoção, são potenciais clientes para serem fidelizados, portanto devem receber o que a empresa oferece de melhor.  

Garoto de 15 anos vende startup que criou há dois anos


Em uma transação de valor não divulgado, a startup norte-americana Phenona foi vendida à companhia canadense ActiveState na última terça-feira (14/06). Seria uma notícia quase corriqueira – visto que a aquisição por uma empresa maior é o caminho natural de muitas startups –, não fosse o fato de que o CEO e fundador da startup em questão é um jovem de apenas 15 anos.
Daniil Kulchenk, que começou a trabalhar na ideia por trás do negócio dois anos atrás, será incorporado ao time da ActiveState, mas vai trabalhar apenas meio período – na outra metade do dia, continua frequentando o colégio.
O jovem de Seattle começou a “brincar” com a programação em HTML aos seis anos de idade e, aos 11, já era administrador Linux freelancer.
“A Phenona nasceu com uma ideia dois anos atrás: oferecer a melhor maneira possível de implementar aplicações Perl na nuvem com o mínimo tempo e esforço”, ele conta, no blog da empresa.
A ActiveState, empresa especialista na linguagem de programação Perl que adquiriu a startup, foi fundada em 1997, quando Kulchenk tinha apenas um ano de idade.
"Daniil é um programador talentoso e compartilha a nossa visão de simplificar o desenvolvimento na nuvem. A integração da Phenona com ActiveState vai permitir que as soluções baseadas em nuvem que estão sendo criadas por desenvolvedores e as empresas cheguem mais rápido ao mercado”, disse Bart Copeland, presidente e CEO da ActiveState, em comunicado oficial.
Em seu blog, ele se descreve como um “desenvolvedor de software, designer, escritor, ciclista, motorista”, que gosta de barcos, do Facebook, de se divertir e passar tempo com os amigos.

Facebook entra no mercado de compras coletivas

O Facebook começou nesta terça-feira a oferecer a usuários de cinco cidades nos Estados Unidos cupons de desconto em vários tipos de serviços, desde degustação de vinhos a ingressos para shows, aumentando a rivalidade em um mercado que já era muito competitivo.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada.
O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da Internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon, há alguns anos.
Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado "Offers" para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.
O Facebook, maior rede social do mundo com mais de 500 milhões de usuários, está apostando que a interação social ajudará a distingui-la das dezenas de companhias que atualmente oferecem compras coletivas.


ATIVIDADES EM GRUPO
Os cupons oferecidos no Facebook são especificamente designados para atividades em grupo, como rafting em rios, em vez de itens para somente um indivíduo, como um par de jeans com desconto.
Os usuários do Facebook podem recomendar compras interessantes para seus amigos no serviço.
"Não é como se simplesmente pegássemos o modelo de negócios de outra empresa e o forçássemos a se adequar ao Facebook", disse à Reuters em entrevista Emily White, diretora de produtos locais do Facebook.

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