Savelocal é a primeira plataforma de localização baseada em ofertas mobile do Brasil. É um modelo novo e inovador que oferece gratuitamente ofertas exclusivas dos comerciantes locais no momento do check-in.
Estamos focados no comércio local. Embora existam muitas histórias de sucesso neste mercado como Groupon e Peixe Urbano, sentimos que eles não atendem plenamente às necessidades dos comerciantes locais e os desejos dos consumidores. Depois de conversarmos com os comerciantes, a acusação mais consistente foi o regime de preços estipulados pelos fornecedores de ofertas locais. Eles simplesmente cobram excessivamente para enviar novos clientes (até 50 por cento das vendas) e ainda assim após a promoção não há garantia de clientes assíduos.
Além disso, os consumidores se queixaram da incapacidade do uso imediato e também por diversas vezes se decepcionam quando vão usar a oferta e o estabelecimento não esta dentro de suas expectativas. Nós resolvemos essas duas principais questões e mais com a nossa solução mobile.
Savelocal combina o recurso da compra em grupo, com o alerta de localização através do check-in. Os usuários Savelocal tem gratuitamente ofertas em seus telefones/dispositivos móveis e os comerciantes só pagam o que mais importa – novos clientes realmente fazendo compras em suas lojas. Através do sistema de geolocalização os usuários indentificam as ofertas mais próximas via GPS em tempo real e fazem check in para aproveitar. E para as ofertas que mais gostou o usuário SaveLocal tem retornos vips com descontos exclusivos.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Falando Startup: Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000
Falando Startup: Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000: "Em janeiro de 2005 comecei uma empresa que na época se chamava Samba Mobile e em 2008, depois de recebermos investimento de fundos de ventu..."
Como Montar uma Empresa com Menos de US$2000
Em janeiro de 2005 comecei uma empresa que na época se chamava Samba Mobile e em 2008, depois de recebermos investimento de fundos de venture capital, nos transformamos na SambaTech, empresa líder na distribuição de vídeos na América Latina.
Lembro-me que quando ainda era estudante e tive a ideia de começar a empresa, o que atrasou o projeto foi a necessidade de capital. Na época, por sorte, consegui 100 mil reais de investimento para iniciar a operação do negócio, mas hoje, depois da experiência de montar uma startup no Brasil e ter ajudado várias outras a nascerem depois disso, percebi que não é preciso tanto dinheiro para montar um negócio de qualidade internacional na internet. Por isso resolvi compartilhar com vocês a experiência que tive com um recente projeto.
Numa certa manhã de Maio conversando com minha mulher tivemos a idéia de montar um site para o público Geek. O site se chamaria MyGeekDay.com e venderia um produto raro por dia. Apenas um.
Fizemos um desenho do modelo de negócios do site e do escopo de como ele funcionaria. No dia seguinte, comprei uma licença do Balsamiq Mockups por US79 e comecei a desenhá-lo, junto com minha esposa. Depois do conceito, modelo de negócios e um protótipo prontos, foi a hora de criar a logomarca. Para isso, postei a idéia no site australiano 99designs.com. Depois de escolher entre mais de 80 logomarcas enviadas por designers do mundo todo, paguei os devidos US299 dólares pelo serviço. Uma maravilha. Registrei o Domínio do site usando o Godaddy.com e não gastei mais do que US10 e alguns minutos.
A hospedagem também é bem em conta, com um pacote mensal de US$10.
Seguindo o molde lean startup, resolvi criar uma landing page, uma página de cadastro de clientes interessados no seu serviço ou produto.
Criei um template da página no unbounce.com com US$ 25 por mês e consegui em algumas semanas mais de 600 cadastros. Ao mesmo tempo também criei uma conta no Facebook e Twitter para divulgação.
O mockup do site foi enviado para uma empresa indiana, chamada Contus.in. Paguei US$ 1500 para que eles fizessem todo o layout do site baseado na logomarca e identidade visual, programação e integrações com magento para a venda dos produtos, além de Facebook e Twitter para cadastro de usuários.
Em pouco mais de um mês consegui colocar o site do ar. Um recorde que só consegui alcançar graças aos mais diversos serviços disponíveis na internet. A experiência de ter colocado um site legal pra rodar em tão pouco tempo mostrou que é possível fazer projetos diferentes na internet sem gastar muito dinheiro! E você está esperando o que para tirar sua ideia do papel?
Lembro-me que quando ainda era estudante e tive a ideia de começar a empresa, o que atrasou o projeto foi a necessidade de capital. Na época, por sorte, consegui 100 mil reais de investimento para iniciar a operação do negócio, mas hoje, depois da experiência de montar uma startup no Brasil e ter ajudado várias outras a nascerem depois disso, percebi que não é preciso tanto dinheiro para montar um negócio de qualidade internacional na internet. Por isso resolvi compartilhar com vocês a experiência que tive com um recente projeto.
Numa certa manhã de Maio conversando com minha mulher tivemos a idéia de montar um site para o público Geek. O site se chamaria MyGeekDay.com e venderia um produto raro por dia. Apenas um.
Fizemos um desenho do modelo de negócios do site e do escopo de como ele funcionaria. No dia seguinte, comprei uma licença do Balsamiq Mockups por US79 e comecei a desenhá-lo, junto com minha esposa. Depois do conceito, modelo de negócios e um protótipo prontos, foi a hora de criar a logomarca. Para isso, postei a idéia no site australiano 99designs.com. Depois de escolher entre mais de 80 logomarcas enviadas por designers do mundo todo, paguei os devidos US299 dólares pelo serviço. Uma maravilha. Registrei o Domínio do site usando o Godaddy.com e não gastei mais do que US10 e alguns minutos.
A hospedagem também é bem em conta, com um pacote mensal de US$10.
Seguindo o molde lean startup, resolvi criar uma landing page, uma página de cadastro de clientes interessados no seu serviço ou produto.
Criei um template da página no unbounce.com com US$ 25 por mês e consegui em algumas semanas mais de 600 cadastros. Ao mesmo tempo também criei uma conta no Facebook e Twitter para divulgação.
O mockup do site foi enviado para uma empresa indiana, chamada Contus.in. Paguei US$ 1500 para que eles fizessem todo o layout do site baseado na logomarca e identidade visual, programação e integrações com magento para a venda dos produtos, além de Facebook e Twitter para cadastro de usuários.
Em pouco mais de um mês consegui colocar o site do ar. Um recorde que só consegui alcançar graças aos mais diversos serviços disponíveis na internet. A experiência de ter colocado um site legal pra rodar em tão pouco tempo mostrou que é possível fazer projetos diferentes na internet sem gastar muito dinheiro! E você está esperando o que para tirar sua ideia do papel?
segunda-feira, 18 de julho de 2011
ETAPAS PARA DIVULGAR NO SISTEMA DE COMPRA COLETIVA
Escolher os produtos mais promissores para promoçãoPara maximizar o retorno da oferta procure anunciar produtos que possa ser vendidos com um desconto expressivo, mas sem prejuízo para a empresa. Isso é mais fácil de fazer com serviços do que bens físicos. Além disso produtos de consumo geral tendem a ser mais sucedidos que produtos de nicho, tendo em vista o grande volume de audiência. A disponibilidade de produtos complementares àquele que está em promoção também é um fator que aumenta o retorno da campanha. |
Contratar site de compra coletivaAcesse alguns dos sites que aparecem na lista acima e peça um orçamento. Procure contatar e orçar com pelo menos três empresas de diferentes portes e avalie as propostas. O valor cobrado pelas empresas geralmente varia de 30% a 50% do valor do bem e ainda não se estabilizou em um patamar de mercado. |
Definir os parâmetros da campanha de compra coletivaIsso deve ser feito com a ajuda da empresa que tem experiência na realização das ofertas bem sucedidas. |
Preparar-se para atender a demanda mantendo o padrãoNão é porque o produto foi vendido a um preço menor que o a qualidade do produto ou atendimento possam ser alteradas. O consumidor on-line não deixará de ser exigente só porque comprou com desconto. Além disso, os compradores decorrentes da promoção, são potenciais clientes para serem fidelizados, portanto devem receber o que a empresa oferece de melhor. |
Garoto de 15 anos vende startup que criou há dois anos
Em uma transação de valor não divulgado, a startup norte-americana Phenona foi vendida à companhia canadense ActiveState na última terça-feira (14/06). Seria uma notícia quase corriqueira – visto que a aquisição por uma empresa maior é o caminho natural de muitas startups –, não fosse o fato de que o CEO e fundador da startup em questão é um jovem de apenas 15 anos.
Daniil Kulchenk, que começou a trabalhar na ideia por trás do negócio dois anos atrás, será incorporado ao time da ActiveState, mas vai trabalhar apenas meio período – na outra metade do dia, continua frequentando o colégio.
O jovem de Seattle começou a “brincar” com a programação em HTML aos seis anos de idade e, aos 11, já era administrador Linux freelancer.
“A Phenona nasceu com uma ideia dois anos atrás: oferecer a melhor maneira possível de implementar aplicações Perl na nuvem com o mínimo tempo e esforço”, ele conta, no blog da empresa.
A ActiveState, empresa especialista na linguagem de programação Perl que adquiriu a startup, foi fundada em 1997, quando Kulchenk tinha apenas um ano de idade.
"Daniil é um programador talentoso e compartilha a nossa visão de simplificar o desenvolvimento na nuvem. A integração da Phenona com ActiveState vai permitir que as soluções baseadas em nuvem que estão sendo criadas por desenvolvedores e as empresas cheguem mais rápido ao mercado”, disse Bart Copeland, presidente e CEO da ActiveState, em comunicado oficial.
Em seu blog, ele se descreve como um “desenvolvedor de software, designer, escritor, ciclista, motorista”, que gosta de barcos, do Facebook, de se divertir e passar tempo com os amigos.
Facebook entra no mercado de compras coletivas
O Facebook começou nesta terça-feira a oferecer a usuários de cinco cidades nos Estados Unidos cupons de desconto em vários tipos de serviços, desde degustação de vinhos a ingressos para shows, aumentando a rivalidade em um mercado que já era muito competitivo.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada.
O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da Internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon, há alguns anos.
Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado "Offers" para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.
O Facebook, maior rede social do mundo com mais de 500 milhões de usuários, está apostando que a interação social ajudará a distingui-la das dezenas de companhias que atualmente oferecem compras coletivas.
ATIVIDADES EM GRUPO
Os cupons oferecidos no Facebook são especificamente designados para atividades em grupo, como rafting em rios, em vez de itens para somente um indivíduo, como um par de jeans com desconto.
Os usuários do Facebook podem recomendar compras interessantes para seus amigos no serviço.
"Não é como se simplesmente pegássemos o modelo de negócios de outra empresa e o forçássemos a se adequar ao Facebook", disse à Reuters em entrevista Emily White, diretora de produtos locais do Facebook.
Os cupons de desconto, que usuários da rede social podem comprar diretamente no serviço, oferecem preços menores ou acesso a bens com disponibilidade limitada.
O Facebook ficará com uma parcela do valor de cada transação, embora a companhia não tenha revelado a porcentagem.
Com o novo serviço, o Facebook se torna a última grande empresa da Internet a estrear no mercado de compras coletivas, cujo pioneiro foi o Groupon, há alguns anos.
Na semana passada, o Google começou a fazer publicidade de um novo serviço de descontos chamado "Offers" para usuários de Portland, no Oregon, com planos de expandi-lo para São Francisco e Nova York, e a Amazon.com investiu 175 milhões de dólares na LivingSocial em dezembro.
O Facebook, maior rede social do mundo com mais de 500 milhões de usuários, está apostando que a interação social ajudará a distingui-la das dezenas de companhias que atualmente oferecem compras coletivas.
ATIVIDADES EM GRUPO
Os cupons oferecidos no Facebook são especificamente designados para atividades em grupo, como rafting em rios, em vez de itens para somente um indivíduo, como um par de jeans com desconto.
Os usuários do Facebook podem recomendar compras interessantes para seus amigos no serviço.
"Não é como se simplesmente pegássemos o modelo de negócios de outra empresa e o forçássemos a se adequar ao Facebook", disse à Reuters em entrevista Emily White, diretora de produtos locais do Facebook.
Falando Startup: Brasil ganha site de consumo colaborativo
Falando Startup: Brasil ganha site de consumo colaborativo: "São Paulo - Quem nunca comprou algo por impulso que acabou encostado em um canto da casa? Ou precisa de um objeto por um curto período de t..."
Brasil ganha site de consumo colaborativo
São Paulo - Quem nunca comprou algo por impulso que acabou encostado em um canto da casa? Ou precisa de um objeto por um curto período de tempo e não vê a necessidade de comprá-lo? O portal Descola Aí foi desenvolvido para reunir quem tem um objeto a emprestar a quem precisa de alguma coisa.
Livros, CDs, equipamentos esportivos, ferramentas, barracas de camping e outros objetos podem ser disponibilizados ou procurados no primeiro portal brasileiro do gênero.
Isso faz com que os produtos possam integrar o banco de dados do site e assim, ser usado por mais pessoas e mais vezes. “Várias vezes compramos coisas que usamos pouco e que acabam até estragando por falta de uso”, comenta o diretor do portal, Gui Brammer.
Ao acessar o portal e se cadastrar, o usuário pode procurar por um objeto que esteja precisando. O sistema realiza uma busca baseada no CEP e identifica a pessoa mais próxima geograficamente que possa emprestá-la.
Assim que a oferta e a demanda são identificadas, o sistema coloca os dois usuários em contato e gera um código de segurança que somente será conhecido por eles, para que se identifiquem. A negociação do valor, o tempo do empréstimo e a entrega serão definidos pelos usuários, nesta etapa do processo.
Para garantir a segurança do dono do objeto que será emprestado, o sistema registra os dados do cartão de crédito do locatário e estipula um valor – que será usado como caução -, para o caso do produto ser devolvido danificado.
Após a devolução, o sistema acusa o fim do empréstimo, libera o pagamento para o dono do produto e solicita - a quem emprestou e a quem tomou emprestado - que pontuem a atuação um do outro, de forma a criar um ranking com os usuários do portal mais confiáveis. “O DescolaAí.com possibilita que os produtos não fiquem parados na casa das pessoas e que elas possam ter lucro com eles”, comenta Brammer.
Depois de um período de testes nos sistemas de segurança e pagamento, o portal foi lançado em julho, com a função aluguel (empréstimo remunerado). Em breve, irá contemplar uma plataforma virtual para a realização da troca de produtos entre os usuários cadastrados. Outra iniciativa que está prevista para os próximos meses é a criação de eventos, em bares, cafés e restaurantes, nos quais os usuários poderão se conhecer pessoalmente e realizar empréstimos ou trocas.
Livros, CDs, equipamentos esportivos, ferramentas, barracas de camping e outros objetos podem ser disponibilizados ou procurados no primeiro portal brasileiro do gênero.
Isso faz com que os produtos possam integrar o banco de dados do site e assim, ser usado por mais pessoas e mais vezes. “Várias vezes compramos coisas que usamos pouco e que acabam até estragando por falta de uso”, comenta o diretor do portal, Gui Brammer.
Ao acessar o portal e se cadastrar, o usuário pode procurar por um objeto que esteja precisando. O sistema realiza uma busca baseada no CEP e identifica a pessoa mais próxima geograficamente que possa emprestá-la.
Assim que a oferta e a demanda são identificadas, o sistema coloca os dois usuários em contato e gera um código de segurança que somente será conhecido por eles, para que se identifiquem. A negociação do valor, o tempo do empréstimo e a entrega serão definidos pelos usuários, nesta etapa do processo.
Para garantir a segurança do dono do objeto que será emprestado, o sistema registra os dados do cartão de crédito do locatário e estipula um valor – que será usado como caução -, para o caso do produto ser devolvido danificado.
Após a devolução, o sistema acusa o fim do empréstimo, libera o pagamento para o dono do produto e solicita - a quem emprestou e a quem tomou emprestado - que pontuem a atuação um do outro, de forma a criar um ranking com os usuários do portal mais confiáveis. “O DescolaAí.com possibilita que os produtos não fiquem parados na casa das pessoas e que elas possam ter lucro com eles”, comenta Brammer.
Depois de um período de testes nos sistemas de segurança e pagamento, o portal foi lançado em julho, com a função aluguel (empréstimo remunerado). Em breve, irá contemplar uma plataforma virtual para a realização da troca de produtos entre os usuários cadastrados. Outra iniciativa que está prevista para os próximos meses é a criação de eventos, em bares, cafés e restaurantes, nos quais os usuários poderão se conhecer pessoalmente e realizar empréstimos ou trocas.
Sites de compras coletivas segmentados – Tendências
O empreendedor digital enfrenta nesse momento um cenário favorável e desafiador. O acompanhamento de ofertas em sites de compras coletivas já se transformou em um hábito dos internautas mais “antenados”, o que inclusive já causou a primeira conseqüência dos sites de compras coletivas, os sites agregadores de ofertas como o Save.Me. A tendência é que esse comportamento venha a ser seguido pelos novos usuário que chegam ao mercado, principalmente os que pertencem às classes C e D, os novos e importantes participantes do mercado digital que já respondem por mais de 50% das compras online. O desafio portanto é desenvolver uma estratégia que não só atraia estes novos usuários, mas que também os fidelize transformando-os em visitantes assíduos dos sites dos sites de ofertas.
O caminho natural dos sites de compras coletivas daqui para frente é a segmentação e já estamos vendo isso acontecer. Recentemente foram lançados sites de compras coletivas altamente segmentados, como os que tem como destaque pet shops, mercado rural, hoteleiro e até de cursos online. As opções são as mais variadas possíveis e o que cria o diferencial é o foco em uma base de usuários altamente segmentada e ofertas focadas nos interesses dessa base. essa é a tendência que se desenha no cenário atual.
Uma das preocupações que temos em nosso curso sobre a criação de sites de compras coletivas é a de ressaltar a necessidade de aprimoramento tecnológico do setor. Do ponto de vista tecnológico e gerencial, o momento é de capacitação cada vez maior das equipes de TI e de vendas dos sites de compras coletivas. No que diz respeito a TI é necessário o aprimoramento das ferramentas de monitoramento para facilitar a identificação de estratégias que possuam maior poder de conversão de vendas. Do ponto de vista da área comercial, é necessário treinar adequadamente as equipes de venda para que possam explicar, de forma fácil de ser entendida, o funcionamento dos sites de compras coletivas para os clientes em potencial, o que tem sido identificado como um ponto fraco nos sites que estão sendo lançados ultimamente.
E você? O que acha que será tendência para os sites de compras coletivas? Deixe seu comentário.
O caminho natural dos sites de compras coletivas daqui para frente é a segmentação e já estamos vendo isso acontecer. Recentemente foram lançados sites de compras coletivas altamente segmentados, como os que tem como destaque pet shops, mercado rural, hoteleiro e até de cursos online. As opções são as mais variadas possíveis e o que cria o diferencial é o foco em uma base de usuários altamente segmentada e ofertas focadas nos interesses dessa base. essa é a tendência que se desenha no cenário atual.
Uma das preocupações que temos em nosso curso sobre a criação de sites de compras coletivas é a de ressaltar a necessidade de aprimoramento tecnológico do setor. Do ponto de vista tecnológico e gerencial, o momento é de capacitação cada vez maior das equipes de TI e de vendas dos sites de compras coletivas. No que diz respeito a TI é necessário o aprimoramento das ferramentas de monitoramento para facilitar a identificação de estratégias que possuam maior poder de conversão de vendas. Do ponto de vista da área comercial, é necessário treinar adequadamente as equipes de venda para que possam explicar, de forma fácil de ser entendida, o funcionamento dos sites de compras coletivas para os clientes em potencial, o que tem sido identificado como um ponto fraco nos sites que estão sendo lançados ultimamente.
E você? O que acha que será tendência para os sites de compras coletivas? Deixe seu comentário.
Nasce um mercado secundário...
![]() | |
| Vinícius Dornela e Antônio Miranda, fundadores do Regrupe |
O mercado de compras coletivas avança rápido no Brasil. Em 2011, espera-se que os brasileiros gastem 1 bilhão de cupons – passaportes que permitem consumir produtos variados – serviços de salões de beleza, ingressos de teatros, jantares etc. – com descontos atraentes. Segundo relatório divulgado em março pela WebShoppers, em parceria com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, são 1.200 sites em operação ou lançamento no segmento. As apostas no segmento são tantas, que já tem até um mercado secundário de compras coletivas. É o caso do Regrupe. Fundado em fevereiro por Antonio Miranda e Vinicius Dornela, engenheiros formados pelo ITA – um deles, ex-funcionário do Groupon -, o site revende cupons de compras coletivas.
A lógica por trás do negócio é relativamente simples: o Regrupe permite que o usuário adquira ofertas que perdeu em sites como Peixe Urbano e Groupon ou venda aquele cupom que comprou por impulso e desistiu de usar – no valor que considerar adequado, diga-se. Em tese, todos saem ganhando ao final da operação: o consumidor final aproveita a barganha, o consumidor arrependido pode reaver parte do que gastou, e o site, claro, leva o seu quinhão: 8% do valor vendido e mais R$ 0,99.
Em entrevista ao site de VEJA, o fundador do Regrupe Antonio Miranda projeta que até o final do ano o site movimentará cerca de 5 milhões de reais. E aproveita para negar que haja uma bolha no setor. “Clubes de compras coletivas vieram para ficar”, vaticina.
Como funciona o modelo do Regrupe? O site é um agregador de compra e venda de cupons de sites de compras coletivas como Groupon, Peixe Urbano, ClickOn. A grande novidade é a possibilidade de um consumidor comprar ofertas que perdeu nesses sites ou vender aquele cupom que comprou e não pretende usar.
Como surgiu a ideia de criar um mercado secundário de um setor que cresce de forma vertiginosa? Participei da fundação brasileira do Groupon, maior site de compras coletivas do mundo. Trabalhei por quatro meses na empresa como diretor de inteligência de mercado e, apesar dos poucos meses de trabalho, consegui constatar um processo durante a compra. Cerca de 20% a 30% dos usuários desses sites não conseguiam usar os cupons de menor valor e não encontravam espaço para revendê-lo. Pouco tempo depois, preferi deixar o Groupon para criar em fevereiro o Regrupe com outro colega de ITA (Vinícius Dornela). Até o momento, são sete pessoas trabalhando na empresa.
Como a empresa lucra? A cada transação, o Regrupe retém 8% do valor vendido e mais R$ 0,99 e arcamos com a taxa dos cartões de crédito. O grande charme do negócio é que o consumidor faz valer a lei da oferta e da procura: escolhe o valor para oferecer no site.
Quais são as ofertas que mais aparecem no site? Promoções envolvendo alimentação (restaurante), saúde e bem-estar (clínicas de estética) aparecem constantemente no site. O Regrupe é reflexo do perfil de quem consome em sites de compras coletivas: mulheres são maioria, entre 60% e 70%.
Quantos sites de revenda de compra coletiva existem no país? O mercado ainda é novo – começou nos Estados Unidos em outubro, com o Lifesta e Couprecup. Nosso modelo se aproxima ao do Lifesta, onde um intermediador facilita a compra e venda de cupons que não serão utilizados pelos consumidores. No Brasil, já temos três exemplos parecidos aos princípios da empresa, casos do Recupom, Troca Cupom e Troca Descontos.
Compra coletiva é uma bolha? Não considero. Clubes de compras coletivas e seus mercados desenvolvidos a partir de seu sucesso vieram para ficar. Haverá apenas um processo de evolução das empresas no setor – e do próprio consumidor.
Como escolher uma plataforma de compra coletiva
Diante das muitas solicitações de orçamento de SEO (otimização de sites) que recebemos mensalmente, ocorreu-nos publicar este artigo ensinando as pessoas em como escolher uma plataforma que oferecesse a possibilidade desse tipo de site poder trazer resultados através da busca orgânica do Google.
O que será mencionado aqui não serve somente para sites de compra coletiva, serve também para lojas virtuais, sistemas de imobiliárias e todos os sistemas que geram páginas dinâmicas.
O primeiro, e principal, item a verificar, se dá em relação aos títulos das páginas internas dos sites: eles DEVEM adquirir o nome das ofertas/produtos.
Sem que as páginas internas possam ser renomeadas, todos os títulos de todas as páginas do site terão o mesmo título da página inicial. Isto compromete qualquer esforço para se otimizar o site, pois, um dos principais parâmetros da otimização, é cada página possuir um título devidamente voltado ao conteúdo daquela página.
O segundo item, não menos relevante, são as URLs das páginas internas, que deverão, da mesma forma, ganhar os nomes das ofertas/produtos.
A URL amigável é um item essencial para otimização. Isto fará com que cada oferta/produto tenha mais visibilidade para o Google, assim como os termos principais do site.
O exemplo mais clássico disso pode ser notado em lojas virtuais que aparecem com seus produtos bem colocados nos sistemas de busca. Da mesma forma acontece para sistemas de imobiliárias. Pode perceber que aquelas lojas ou imobiliárias virtuais que não possuem URLs amigáveis, que seus produtos quase não aparecem nas buscas.
Um produto em oferta que possa ser encontrado nos sistemas de busca é um excelente chamariz para trazer clientes ao site.
Se você á optou por um sistema de compra coletiva sem observar os itens mencionados acima, sua única opção serão os links patrocinados do Google, se quiser ter visualização nesse buscador. Principalmente se optou por um sistema que não renomeia as páginas internas.
Um terceiro item, antes do conteúdo, é a edição das meta tags. As meta tags são importantes no processo de otimização, principalmente título e discription. Se não puderem ser editadas, e alguns sistemas não oferecem essa possibilidade, o otimizador não vai conseguir um bom resultado.
Assinar:
Comentários (Atom)





